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Episódios da Vida Selvagem (A Nossa Vida) — Mickaël de Oliveira

Fevereiro 8 - Fevereiro 18

Episódios de Vida Selvagem. Mickael de Oliveira. © Bruno Simão

Episódios da Vida Selvagem (A Nossa Vida) — Mickaël de Oliveira

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Num futuro próximo, após repetidas catástrofes naturais, a população mundial é reduzida ao seu mínimo e a sua vivência é condicionada por condições climáticas extremas. A humanidade reorganizou-se em pequenas comunidades que se constituíram politicamente em cidades-estado. Episódios da Vida Selvagem percorre o quotidiano da intervenção e decisão políticas numa cidade na iminência de viver a sua última catástrofe: o desaparecimento. Em suspenso, a cidade confronta-se com uma decisão urgente entre duas propostas para a sobrevivência da comunidade ameaçada pela escassez de água.

Escrito e dirigido por Mickael de Oliveira, Episódios da vida Selvagem é constituído por dois episódios: A Minha Morte, estreado a 1 de Outubro de 2022 no TAGV (Coimbra), e A Nossa Vida que irá estrear no Cine Teatro Louletano no dia 9 de Março de 2023. Em 2023 e 2024, Episódios da Vida Selvagem apresenta-se nas cidades co-produtoras de Aveiro, Coimbra, Leiria, Loulé, Lisboa, Porto, Viseu, entre outras.

A minha morte

O primeiro episódio coloca-nos numa cidade dependente de escassas reservas de água e governada pela casa de Paulo. Em palco, a defensora da proposta de êxodo denuncia o individualismo de quem abandona a cidade, a corrupção do novo governo, a passividade da população e o absurdo da proposta vencedora.

A nossa vida

No segundo episódio, o governo discute as duas propostas para o futuro da cidade. Entre a guerra ou o êxodo, ambas as opções parecem acarretar custos humanos e morais elevados. Das exposições técnicas à análise das implicações, o debate político desvela confrontos familiares, ambições pessoais e noções de identidade nacional, num enredo e discurso que revisitam a tragédia grega.

 

Ficha Artística / Técnica

Espetáculo com duração aproximada de 2h30.
M/14 anos

Texto, encenação | Mickaël de Oliveira
Assistência de encenação | Rita Morais
Elenco | Afonso Santos, Beatriz Maia, Carla Andrino, Diana Sá, Jani Zhao, Luís Araújo, Paulo Pinto, Siobhan Fernandes
Figuração | Elementos integrantes do projecto criado em Daqui para a frente, com a comunidade amadora e estudantil de cada cidade co-produtor.
Cenografia | Eric da Costa
Desenho de Luz | Rui Monteiro
Sonoplastia | Rui Lima e Sérgio Martins
Figurinos | Sara Coimbra Loureiro
Direcção de Produção | Francisco Leone
Produção Executiva | Armando Valente
Produção | Colectivo 84
Co-produção | Teatro Aveirense, Cine-Teatro Louletano, Teatro Académico de Gil Vicente, Centro Cultural Vila Flor / A Oficina, Teatro José Lúcio da Silva, Teatro Viriato, Teatro Nacional S. João e Teatro Nacional D. Maria II
Apoio à criação | O Espaço do Tempo
Apoio da Direcção-Geral das Artes – Secretaria de Estado da Cultura

 

Sobre Mickaël de Oliveira

Nasceu em 1984 (França) e vive em Portugal desde 1999. Licenciado e Mestre em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é doutorado em Estudos de Teatro, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e desenvolve um projecto de pós-doutoramento na mesma universidade. No contexto académico, foi ainda docente em instituições do ensino superior, na qualidade de professor lecionou no Instituto Politécnico de Leiria (ESECS), Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na Universidade Lusófona de Lisboa e do Porto.

O seu percurso foi galardoado com diversos prémios, entre os quais Prémio Nova Dramaturgia Maria Matos (2007, Teatro Municipal Maria Matos, Lisboa), Menção Honrosa do Prémio Luso-Brasileiro António José da Silva (Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa / FUNARTE, Brasil). Entre os seus últimos espetáculos, escritos, encenados e produzidos pelo Colectivo 84, que co-fundou com John Romão, encontram-se Festa de 15 Anos (2020), My Favorite Suicide (2019, Los Angeles/EUA), Hantologia (2019), o díptico Sócrates Tem de Morrer (2017-2018), A Morte de Sócrates / A Vida de John Smith), A Constituição e Oslo
(2014-15).

É director artístico do Festival END (Encontros de Novas Dramaturgias Contemporâneas) que procura promover a dramaturgia contemporânea portuguesa, desde 2010. Entre 2011 a 2015, foi também director-adjunto do Teatro Académico de Gil Vicente, responsável pela sua programação e gestão. É Artista Associado do Teatro Viriato em 2021/2022 (Viseu, Portugal).

Detalhes

Início:
Fevereiro 8
Fim:
Fevereiro 18
Categoria de Evento:
Etiquetas de Evento:
,

Local

XL Box
Rua das Oficinas 4
Montemor-o-Novo, Montemor-o-Novo 7050-243 Portugal
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